Bolo e solidao
Eu acredito que agora vai. Que agora ela vai poder falar, sentir mais e fazer tudo o que ela querendo fazer.
Jesus, eh complicado! Estou com Harriet dentro de mim, la, quietinha e soh esperando. Tem varias coisas dela que agora eu vou deixar para tras e pedir soh uma coisa dela: a solidao. Mas como eu sei como ela eh, ela vai querer ainda ser um pouco daquelas outras que ela eh: teimosa e independente.
Confesso que ela comecou bem diferente, mas que agora eu ja sei que ela eh assim, organizada, teimosa, independente e sozinha. E eh ai que eu pego e puxo a solidao dela para fora e boto no papel. Dessa vez tem que dar. E pode ser simples, nao precisa ser surreal ou fantasioso. Talvez seja ate mais real do que eu possa estar imaginando e que cabe a mim, com calma, entender mais e confiar mais, em mim e nela.
Entao ela vai narrar tudo para a gente, mas sem deixar entregar que tudo nao eh como parece ser e que a necessidade de falar e comunicar, as vezes pode vir de um lado soh e nao precisa de resposta, mas ainda assim, precisa de um ouvido. Nesse caso o ouvido vai ser uma outra pessoa do outro lado da linha telefonica, fazendo o seu trabalho, o ganha pao, e mal entendendo o que se passa. Harriet eh tao dentro do que ela precisa e quer fazer, que ela vai la e faz, puxando outro alguem para junto disso e acreditando que eh certo e assim que deve funcionar.
O dia-dia dela vai ser relatado por ela mesma. Com lembrancas, com observacoes soh delas (mas nem sempre verdadeiras) e com um toque de que tudo esta sendo ouvido (ou contado) por um amigo intimo.
O final vai mostrar que nao eh nada disso. Que a solidao eh o unico amigo intimo e que talvez, essa seja a propria opcao de Harriet, de nao dividir esse amigo com nenhum outro.
Vamos ver no que vai dar.
muita merda!
Jesus, eh complicado! Estou com Harriet dentro de mim, la, quietinha e soh esperando. Tem varias coisas dela que agora eu vou deixar para tras e pedir soh uma coisa dela: a solidao. Mas como eu sei como ela eh, ela vai querer ainda ser um pouco daquelas outras que ela eh: teimosa e independente.
Confesso que ela comecou bem diferente, mas que agora eu ja sei que ela eh assim, organizada, teimosa, independente e sozinha. E eh ai que eu pego e puxo a solidao dela para fora e boto no papel. Dessa vez tem que dar. E pode ser simples, nao precisa ser surreal ou fantasioso. Talvez seja ate mais real do que eu possa estar imaginando e que cabe a mim, com calma, entender mais e confiar mais, em mim e nela.
Entao ela vai narrar tudo para a gente, mas sem deixar entregar que tudo nao eh como parece ser e que a necessidade de falar e comunicar, as vezes pode vir de um lado soh e nao precisa de resposta, mas ainda assim, precisa de um ouvido. Nesse caso o ouvido vai ser uma outra pessoa do outro lado da linha telefonica, fazendo o seu trabalho, o ganha pao, e mal entendendo o que se passa. Harriet eh tao dentro do que ela precisa e quer fazer, que ela vai la e faz, puxando outro alguem para junto disso e acreditando que eh certo e assim que deve funcionar.
O dia-dia dela vai ser relatado por ela mesma. Com lembrancas, com observacoes soh delas (mas nem sempre verdadeiras) e com um toque de que tudo esta sendo ouvido (ou contado) por um amigo intimo.
O final vai mostrar que nao eh nada disso. Que a solidao eh o unico amigo intimo e que talvez, essa seja a propria opcao de Harriet, de nao dividir esse amigo com nenhum outro.
Vamos ver no que vai dar.
muita merda!

1 Comments:
O final parece ser muito bom...
Me manda o roteiro...
ola.rica@gmail.com
Beijos...
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